TRANSAMAZONICA 2009
RELATÓRIO DE VIAGEM
Participantes: Alcyr Neves e Lúcio Neves
Período: 10/04 27/04/2009
KM percorrido: 10.500
Estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Pará, Amazonas e Rondônia;
Rodovias de aventura: Cuiabá X Santarém - BR 163, com 1.900 Km, sendo 1.100 Km de chão, de Guarantã do Norte – MT a Santarém - PA;
Transamazônica – BR 230, Trecho percorrido: 1.500 Km de chão – de Rurópolis-PA a Santo Antonio do Matupi, Manicoré – AM (180);
Rod. Do Estanho – de Sto. Antonio do Matupi – AM a Três Fronteiras – AM – 220 KM.
Obs.: Parte significativa dentro de reserva indígena, com pagamento de pedágio.
Saída:
11/04/ às 7:30
Almoço - Campinas (13:00 h.), Pernoite em Paranaiguara – MG, depois de procurar hotel por aprox. 3 horas.
Em Santa Vitória erramos a entrada para São Simão o que retardou um pouco o percurso, pois já havia escurecido.
Obs.: Havia um evento gastronômico em São Simão, razão da dificuldade hotel.
Curiosidade: Com a construção da hidrelétrica de São Simão, as cidades de São Simão, Paranaiguara, Goverlândia (GO) e Choveslândia (MG) foram inundadas e removidas. Além de indenização pecuniária, receberam terreno, material de construção e frete.
Saída:
12/04 às 7:30
Almoço – Alto do Garça - MT
Chegada a Cuiabá – 18:00 h.
Ida ao Shopping para janta e solucionar problema com GPS;
Saída:
13/04 às 7:00 h.
Almoço – Sorriso – MT
Compra de suprimentos para cozinha e material de pesca;
Chegada a Peixoto de Azevedo - MT: 20:00
Obs: Trecho percorrido sob forte chuva
Curiosidade:
- Em Peixoto de Azevedo foi montada a base de Operação da Aeronáutica que atuou no acidente do avião da Gol, na Serra do Cachimbo (aprox. 30 Km);
- Um frigorífico emprega aprox. 900 pessoas;
- Cidade com boa infraestrutura urbana (boas ruas).
COMITIVA COM 1000 CABEÇA DE GADO
Saída:
14/04 às 7:00 h.
Parada em Guarantã do Norte – MT para compras de mercado.
Última cidade antes do chão.
Contato com o empresário Marcio Satélite que já percorreu de jippe, Rod. 163 e parte da Rod. 230, retornando por Três Fronteiras – AM, para Cuiabá - MT;
Rompemos a Serra do Cachimbo, momento que fomos abordado por barreira policial que promoveu grande varredura no carro (bagagem, etc.).
01:30 h. parada para almoço no restaurante “Sob nova direção” (sem nome), recepcionado por “Tom Canabrava”. O pior serviço de toda a viagem (lugar, apresentação, comida, etc.).
Após +- 80Km deparamos com um bi-trem atolado no seco (areia) e em subida. Como a estrada apresentava grande erosão nas laterais (grandes crateras), não havia como passar.
Foi preciso colocar escoras de madeira em uma lateral e improvisar uma ponte para a caminhonete passar. Operação de alto risco.
Esperamos por quase 2 horas, quando outra carreta vindo no sentido contrário fez o reboque. Há de se destacar a habilidade dos carreteiros que rebocando em subia, com pouca margem para as laterais, chegaram a efetuar manobras, o que possibilitou liberação da estrada.
180 KM a seguir paramos na “CACHOEIRA DO CURUÁ”, formada logo abaixo de uma barragem (hidrelétrica do Curuá). Embora o Rio e as cachoeiras sejam de grande beleza não é possível banho, em razão da forte corredeira e alto risco. Contam que 45 bois de uma comitiva entrou no rio e foram arrastados. Todos morreram.
Atualmente existem 03 hidrelétricas em construção. Todas privadas.
Pernoite no Km 985 da BR 163 – Cachoeira da Serra – PA (Araras hotel), de propriedade de um Catarinense com grande disposição para o trabalho.
Saída:
15/04 às 8:10 h.
40 KM após, no lugar conhecido como 1.000, encontramos o 1º e grande atoleiro, com +- 40 carretas na fila e algumas esperando há 06 dias. Com essa dificuldade pudemos conhecer o elevado espírito de solidariedade entre eles, partilhando de tudo, principalmente cozinha, água, comida e medicamentos, além da força braçal na utilização de diversas ferramentas para superar o OBSTACULO.
Embora uma fazenda vizinha tenha aberto um desvio, o pedágio praticado, R$40,00 (automóveis) e R$100,00 (caminhões) era muito elevado para a realidade daquelas pessoas.
Nós poderíamos ter agilizado nossa passagem, com o pedágio, porém preferimos vivenciar aquela situação e modestamente ajudar em algumas coisas.
O problema só foi solucionado no dia da nossa chegada porque chegou uma carreta transportando uma máquina que seguia para um garimpo. A máquina desceu e o operador completou de maneira mais rápida o que já vinha sendo feito manualmente pelos carreteiros. Nossa espera e participação durou +- 5 horas.
Seguindo em direção a Novo Progresso – PA, deparamos com inúmeras serrarias fechadas, por ação do Ibama.
Chegada e pernoite a NOVO PROGRESO às 16:30 h. (204 Km percorridos no dia).
Jantamos no Chopão.
Curiosidade: O chope escuro resulta da mistura de chope claro com um charope de guaraná da região (muito adocicado).
Obs. Choveu durante toda à noite, o que indicava mais dificuldades na próxima saída.
Saída:
16/04 às 8:10 h.
80 Km à frente paramos no lugar chamado “VILA DAS ARRAIS”.
Com a construção de uma grande ponte (9º BEC) sobre o rio da Arrais) o transito deixou de passar pela vila e também não mais se utilizou uma balsa. Tal situação provocou o fechamento de 80% do comércio ali existente. Conversando com o Sr. Antonio Alves dos Santos, comerciante local, gentil e muito simpático, falou da dificuldade e que grande parte das pessoas migrou para a lavoura.
Parada para almoço em “MORAES ALMEIDA”, na churrascaria gaúcha, de muita qualidade para a realidade do local. Cidade totalmente em terra batida.
Obs. Aqui procuramos uma eletrônica para reparar problema com a filmadora, sem sucesso.
Em seguida percorremos trecho com +- 150 Km, com vários atoleiros e em um deles havia uma carreta tombada.
Conhecemos 03 Srs. em um jipe (1960), puxando uma carretinha, porem adequadamente preparado para o terreno da região. O motorista, o mais velhos deles, extremamente arrojado na direção e muito habilidoso. Ao deparar com os atoleiros, não vacilava, encontrava logo uma alternativa (desvio). Por certo tempo aproveitamos para acompanhar, o que não foi fácil. Em certo momento desconfiamos que criava situações de dificuldades para nos embaraçar e passamos a ter maior cautela, não seguindo todas as indicações.
Nos +- 150 Km percorridos, com uns 15 atoleiros, um deles com um desvio em subida na mata. Só rompemos na 4ª tentativa.
Em duas paradas para descanso/café tivemos que procurar abrigo em razão dos mosquitos, embora muito pequeno, incomodava muito (grande quantidade).
Chegada a “BELA VISTA DO CARACOL – PA, às 21:20.
Tocada difícil e muito cansativa e um bom tempo à noite, o que não é boa alternativa.
Em razão da hora e o cansaço nada pudemos fazer, alem de rápido lanche.
Saída:
17/04 às 9:00 h.
+- 80 Km à frente encontramos a Rod. 230 (Transamazônica) e por 130 Km, até Rurópolis as duas Rodovias andam juntas (Rod. 163 e Rod. 230).
Percorremos +- 220 Km em trecho um pouco melhor, mais ainda difícil, em razão das inúmeras subidas/descidas, que após as várias chuvas, escorregavam muito e assim oferecendo grande dificuldade e risco.
Parada para almoço em RURÓPOLIS às 14:20 h.
Em seguida seguimos para Santarém – PA (230 Km), com 120 Km de asfalto e o restante em terra e em péssimas condições.
Esse trecho foi quase todo com chuva e am alguns momentos tivemos que praticamente parar em razão da pouca visibilidade.
Chegada a “SANTARÉM" ÀS 19:50 h.
Obs.: Existem várias placas indicando a pavimentação de trechos, porém pouca obra.
Pernoite em hotel na beira rio.
Após jantar e caminhando pela beira rio, conhecemos grupo de jipeiros da cidade, exibindo na praça, vídeo da última aventura (raly) e no dia seguinte sairiam em grupo para percorrer a “TRANS-URUARÁ”, saindo de Santarém até Uruará – PA, as margens da Transamazônica. Segundo relato o trecho é muito difícil e só é possível com veículos bem equipados, inclusive guincho.
Em razão da forte cheia por que passa o Norte, em Santarém o rio Amazonas está acima do nível da avenida beira rio, transbordando em alguns pontos e impedindo o escoamento de águas pluviais e esgoto. Nas diversas galerias foram feitas contenções com saco de areia e a água represada na parte baixa da cidade é bombeada para o rio (paliativo).
Tiramos parte da manhã para resolver pequenos problemas com equipamentos e compra de fita para a filmadora, as em uso apresentavam problemas.
Em seguida fomos para “ALTER DO CHÃO” (60 Km), balneário com a maior concentração de praias de água doce do mundo, segundo guia local.
Embora o passeio tenha sido um pouco prejudicado, em razão da forte cheia, ficamos impressionados com a beleza do lugar.
Conhecemos o “folclórico” guia local “John Lenon” que nos vendeu um passeio de barco, onde percorremos um grande lago, onde a água atingia o teto dos bares e restaurantes, em uma praia muito freqüentada, por ocasião da seca. Durante o passeio avistamos alguns macacos da espécie “guariba” e paramos para almoçar em restaurante as margens do lago, onde o proprietário se empenha em tarefa de aterro e contenção para evitar ser engolido pelas águas.
Durante o passeio o guia, que apelidamos de shopping ambulante, em razão das inúmeras atividades comerciais que desenvolve, tratou de nos convencer a pernoitar em sua pousada.
Curiosidade: Para almoço, foi sugerido galinha com aipim e na discussão sobre quantidade, nosso guia falou “meia galinha da para nós três”. Como não queríamos arriscar pedimos uma inteira (não houve arrependimento).
Saída:
19/04 às 8:00
Para não voltar a Santarém, após orientação, seguimos por Pindobal (balneário) e Belterra, trecho muito arenoso e com muito buraco, porém sem incidentes, com economia de 60 Km.
Almoço em Rurópolis – PA.
Seguimos e direção a Itaetuba, trecho com muita dificuldade, especialmente após entroncamento com a Rod. 163.
Encontramos vários pontos com muita dificuldade, em um deles havia um bi-trem atravessado, sendo puxado por trator. Sua carga (madeira) caiu. Esse enrosco durou +- 12 horas.
Mais adiante encontramos novo atoleiro e rebocamos um automóvel.
Obs. Esses condutores saem de determinado ponto com boas condições de estrada e tempo e são surpreendidos com pancadas de chuva, inviabilizando sua seqüência.
Se destaca as condições do carro, depois de alguns atoleiros, já estão sem pára-choques, grades, embreagem, completamente enlameado, inclusive seu interior.
Chegada à balsa (Rio Tapajós) às 19:20 e esperamos 01 hora para sua travessia.
Pernoite no hotel Apiacás.
A tocada do dia foi muito cansativa e não tivemos ânimo para sair. Improvisamos lanche no quarto.
Pela manhã adesivamos um painel que concentra adesivos de várias expedições.
Saída:
20/04 às 9:50 h.
Pouco tempo depois da saída entramos e percorremos +- 140 Km dentro de uma reserva florestal, muito aprazível em razão da mata muito densa, chegando a estreitar a estrada em vários pontos.
Parada para almoço em restaurante que trabalha totalmente em função de garimpos da região.
Neste local existe uma pista de pouso (terra) e vários pequenos aviões que igualmente servem aos garimpos.
Seguindo para Jacareacanga encontramos diversos pontos com atoleiros e chegando a Jacareacanga (30 Km), um bi-trem despencou de uma ponte, ficando pendurado pelas rodas do último eixo e chegou a tocar a água. Apesar do prejuízo ninguém se feriu.
Foi feito um desvio e ponte (precários), que apesar de muito útil as condições eram muito difíceis, em razão da grande movimentação de terra para sua execução e constante chuva, o que provocou grande atoleiro.
Esse enrosco durou 05 dias, véspera de nossa chegada.
Chegada e pernoite em Jacareacanga no hotel Sto. Antonio.
Obs. Na frente do hotel e do mesmo dono tem uma mercearia e bar. Para atrair os índios, que predomina na população da região o comerciante disponibiliza 02 grandes e modernas televisões, passando inclusive filmes de ação (o que eles mais gostam). Chega a concentrar de uma só vez 50 índios.
Esses índios no início do mês se deslocam das aldeias para a cidade, a fim de receber seus créditos de bolsa do governo e aí consomem de tudo.
Obs.: A economia local é movimentada em grande parte, por recursos provenientes da bolsa governamental em favor dos índios
Curiosidades:
Nesta noite os índios estavam todos pintados, em razão das comemorações do “dia do índio”;
Dos 07 vereadores, 05 são índios, de acordo com relato local.
Saída:
21/04 às 9:00 h.
Na saída, no abastecimento, conhecemos e conversamos com o dono e motorista do bi-trem que despencou da ponte e relatado no dia anterior. Falou que só não morreu porque a carreta ficou presa na ponte pelas ultimas rodas e assim impediu que a carreta e carga imprensassem a cabine. Relatou que perdeu +- 30% da carga de mercado, incluindo 660 caixas de cerveja.
Seguindo encontramos várias pontes precárias, pouco barro e a estrada estava em boas condições, o que para o nosso propósito não agradava.
Ao atravessar o Rio Sucunduri de balsa, o que mais chama a atenção é o fato de a balsa ser empurrada por uma canoa de madeira com um motor de 25 hp. O momento é muito tenso, pois o rio tem forte correnteza.
Se destaca a habilidade do piloto da canoa que sobe o rio pela margem, na saída, onde a força da água é menor e derrepente manobra para o meio do rio, forçando para romper a correnteza sendo levado pela força da água e com margem de erro desprezível atraca do outro lado. Contado não é fácil acreditar que isso seja possível.
A partir desse ponto acompanhamos uma D 20, veículo muito usado na região para transporte de pessoas (uso comercial). Essa com cabine dupla, carregava 07 pessoas no interior + 04 na carroceria, além de carga. Com a chuva que nos acompanhava, seus ocupantes (carroceria) passaram grande dificuldade.
Vários pontos com a água transbordando e cobrindo a estrada.
Almoçamos nas proximidades da travessia do rio Sucunduri, em local muito simples, cuja instalação sanitária se assemelha com aquelas dos anos 50 (interior), como em toda a região.
Chegada em Apuí - AM às 16:00 h.
Pernoite em hotel muito simples, porém em obras (hotel águia de ouro).
Saímos para janta e buscar uma lan-house. Precisávamos de algum contato com uma maior civilização.
Pela manhã visitamos alguns pontos da cidade, como Prefeitura, Câmara Municipal, Parque de eventos, Cachoeira, etc., chamando a atenção a qualidade da ruas, com grandes avenidas, embora como muito pouco movimento.
Saída:
22/04 às 11:00 h. – Direção: Sto. Antonio do Matupi – AM (conhecido como 180, por distar 180 Km de Humaitá).
Na saída demos carona para “Neto”, um dos ocupantes da D 20, do dia anterior. Estava há 05 dias na estrada, entre ônibus, D 20, carona, etc. e pior, sem dinheiro, vindo de Itaetuba. A carona possibilitou conversar um pouco sobre a região e o Neto entre outras coisas trabalhou e eventualmente trabalha em garimpo.
Chegada no “180” às 17:00 h.
À noite saímos para lanchar e retornando ao hotel nos juntamos a um grupo para jogar cartas (pontinho) e saímos com crédito de R$2.50.
Passamos todo o dia sem chuva, porém a noite foi toda com chuva.
Saída:
23/04 às 9:00 h. sob forte chuva, após compra de suprimentos/gelo, em direção a Machadinho – RD.
Como pretendíamos buscar caminho alternativo e desconhecido, após pesquisa local, 30 Km depois, entramos em uma estrada chamada “Rodovia do Estanho”). Fomos informados da precariedade da estrada, com muito areal e grandes poças. A estrada margeia uma reserva indígena e em certo ponto pagamos pedágio (R$20,00), em uma barreira controlada por índios.
Neste trecho demos carona ao Sr. Wilson, que trabalha na região na elaboração de projeto e manejo florestal.
Com pouco dinheiro e visando encurtar caminho no sentido “Jaru”, utilizou sua pick up corsa, dias antes, para fazer um frete de mobiliário para uma família de índios. Durante o percurso e diante de muita dificuldade para trafegar foi obrigado a rebocar o carro dos índios por vários trechos, até que quebrou o carro. Sem alternativa e sem receber o frete, teve que abandonar o carro e voltar ao “180” de carona.
Rompemos longo trecho margeando uma gigantesca fazenda que até 4 anos atrás fazia grandes plantações de arroz, milho, etc. (larga escala), utilizando 1.600 há. A partir daí tudo foi paralisado por ação do ibama. Todo maquinário, secadores, galpões, etc., estão deteriorando. A fazenda e equipamentos estão sendo guardados pelo Sr. Guedes, um gaúcho que mora sozinho e chegou na região há mais de 30 anos. O Sr. Guedes é muito gentil e hospitaleiro. Como não aceitamos seu insistente convite para almoçar, foi ao pomar colher frutas para levarmos durante a viagem.
Seguindo e após local chamado “Coboco”, entroncamento que da acesso a garimpo de cassiterita, deparamos com um caminhão (garimpeiros) atolado e muito atolado. Como não havia muito que escolher, também atolamos ao lado. Depois de muito trabalho (picareta, enxada, etc.) e força de braço de muita gente e várias tentativas conseguimos sair. Todos completamente enlameados. Em seguida ajudamos (rebocando) tirar o caminhão e fomos ao rio minimizar a sujeira. 20 Km depois e já escuro nova atolada em um trecho com muita lama, resultado de movimentação de caminhões madereiros. Enquanto trabalhávamos, com muita dificuldade porque era difícil parar em pé, fomos acompanhados pelo caminhão dos garimpeiros que novamente nos ajudaram.
Chegada a 3 Fronteiras – MT às 20:30, depois de um dia de extrema dificuldade.
Parada e pernoite no hotel Vitória, muito simples, com gerador, banho coletivo e muito mosquito.
Após janta e diante do cansaço fomos dormir muito cedo.
Saída
24/04 às 7:30 h. em direção a Machadinho, Jaru...
Após 20 Km atravessamos de balsa o rio Machado.
Detalhe: Ao cruzar Machadinho chama a atenção à quantidade de buracos nas ruas. Chegam a chamar “cidade dos buracos”.
Parada para almoço em “Theobroma”, farto e de boa qualidade.
Em seguida passamos por Jaru e deixamos o Sr. Wilson (carona).
Chegada e pernoite em Guaporé - RD, 90 Km de Vilhena
Saída
25/04 às 8:30 – Direção Cuiabá – MT.
Chegada e pernoite em Campo Verde MT, as 19:00 h.
Hotel Pousada Morada do Sol, de ótimo nível e instalação.
Saída
26/04 as 7:45 h. – Direção Goiânia/Brasília
Chegada em local próximo a Cristalina, as 20:00 h.
Saída
27/04 as 6:00 h. – Direção Rio de Janeiro.
Chegada a Niterói as 20:00 h., depois de muita chuva a partir de Petrópolis, até a baixada Fluminense.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirAlcyr, está excelente o blog. Viajei nos relatos relembrando a aventura que também passamos por estas bandas.
ResponderExcluirEstarei aguardando a proxima expedição e desde já desejo a todos muito boa viagem e sucesso na aventura!!
David